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Coruja não é Bruxa 2018

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Coruja não é Bruxa: Não confunda Fantasia com Realidade. Campanha de Educação Ambiental das páginas Corujando e Diário – ANO III – Outubro 2018  Mais uma vez aproveitamos a proximidade com o Halloween e o Dia dos Mortos para alertar a todos sobre a importância de se acabar com o preconceito contra as corujas. Infelizmente no Brasil e em vários países do mundo, até hoje as corujas são vistas por alguns como portadoras de mau agouro, bruxas, e até mesmo morte. A espécie Coruja de igreja (Tyto alba) é a espécie de coruja mais afetada pelas lendas e crendices populares, por conta do seu som que lembra um grito agudo. Corujas, gato preto, morcegos, nenhum destes animais causa a morte! Eles também merecem o nosso respeito e proteção! Vamos festejar o Halloween e o dia dos mortos com muitas corujinhas de decoração, simbolizando festa e alegria! Compartilhem, curtam, comentem! Vamos juntos acabar com este preconceito!  E para apre...

A favor dos zoológicos

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Vivemos a cada dia mais isolados da natureza. Ela, distante e cada vez mais destruída, cada vez mais esquecida, grita por socorro mas nós não a ouvimos. Seus gritos de socorro abafados pela nossa cobiça sem limites, pela nossa falta de empatia, pela nossa distância. Alguns surgem dizendo que lugar de bicho é na natureza, e eu pergunto? Que natureza? A mata cada vez mais fragmentada, com falta de alimento onde ou os animais morrem de fome ou são caçados pelo tráfico? Onde morrem queimados por conta da irresponsabilidade e da ganancia do ser humano? Eu sempre digo “ Só amamos o que nós conhecemos, e só protegemos o que amamos”. Sem o contato com os animais que os zoológicos promovem, que futuro terão os animais? Sem os profissionais que lá trabalham cuidando das espécies ameaçadas de extinção pelo mais cruel ser que habita este planeta, NÓS, que futuro teremos? Sim, eu defendo os zoológicos, os criatórios legalizados, todos os profissionais que dedicam suas vidas a salvar ...

Revista sobre Corujas 2ª edição

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E a novidade tão aguardada é... A Segunda edição da revista gratuita do Corujando por aí! A revista tem muito conteúdo sobre corujas, psitacídeos, entrevistas incríveis, diversão e entretenimento para vocês! Então baixem agora a sua edição em pdf, compartilhem com os amigos esta notícia incrível, marquem eles aqui nos comentários e bora Corujar por aí lendo a revista! Ah, e curtam a página porque as novidades não param por aí, teremos mais surpresas... Aguardem!!! Link para download em pdf: https://www.slideshare.net/Katia_Boroni/revista-corujando-por-ai-2-edio-novembro-de-2017-por-ktia-boroni Revista corujando por ai 2ª Edição, novembro de 2017 - por Kátia Boroni from Kátia Boroni #corujandoporaí, #revistacorujandoporai, #revistadigital, #revistagratuita, #corujas, #corujando, #corujadeestimação, #animaisdeestimação, #corujapet, #petsilvestre, #jornalismo, #jornalismoespecializado, #educação, #educaçãoambiental

STRIGIFORMES BRASILEIROS EM PERIGO

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INTERFERÊNCIAS SOFRIDAS PELOS STRIGIFORMES BRASILEIROS COM O   DESENVOLVIMENTO HUMANO Marc Alexandre Petroff; Felipe Facklam; Karina Pimentel; Theelen Balestrin; Kátia Boroni Gabriela Mendes; Marta Cardoso; Yasmin Balzi Associação Nacional para Pesquisa, Conservação e Preservação de Strigiformes procorujas@yahoo.com.br Foram necessárias pouco mais de duas décadas, para as corujas deixarem de ser caçadas por assassinos crédulos e se tornarem animais de estimação. Não importa o propósito, espécie, ambiente e situação, as corujas brasileiras sofrem com as ações antrópicas impostas pelo homem moderno, dificultando cada vez mais o desenvolvimento de seus hábitos, e funções naturais, pondo em risco a perpetuação natural das espécies.

A lenda da Suindara

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* Scroll down for English version * desplaza hacia abajo para version en español As corujas, de modo geral, são cercadas por lendas e superstições que existem desde o Egito antigo e que também fazem parte da mitologia grega. O caso da Suindara (Tyto furcata) não é diferente, e, pelo fato do presente texto ser sobre ela, a história que merece destaque é a da origem do nome Suindara.

Alimentação de rapinantes II

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Pautas básicas de um programa de alimentação Traduzido de FORBES, Neil. A. e FLINT, Colin G. Raptor Nutrition Como princípio básico, é importante lembrar que cada espécie de predadores tem evoluído ao longo de milênios para preencher nichos ecológicos específicos (Brue, 1994). O fato de que os predadores consumem presas também envolve a ingestão de partes descartáveis do animal, tais como o pele e penas, músculos, ossos, vísceras e conteúdos intestinais da presa. Quando ofertamos alimento para aves em cativeiro, temos que levar em conta todos estes aspectos. Qualquer alteração na  dieta das aves, mesmo entre diferentes espécies de rapinantes, em cativeiro ou em liberdade, pode resultar em uma mudança nas proporções relativas das substâncias consumidas.

O perigo do Imprint

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Há muitas pessoas que encontram aves caídas de ninhos ou “abandonadas” e as levam para casa para salvá-las. Sabemos que quem coleta (ou seja, captura uma ave da natureza ou qualquer outro animal silvestre) está cometendo crime ambiental, mas eu quero alertar às pessoas bem intencionadas, que querem apenas cuidar da ave por algumas semanas e depois solta-la novamente na natureza. Infelizmente essas pessoas não tem ideia de como estão colocando a vida desta ave em risco, sendo que o que elas deveriam ter feito era chamado ou levado à ave aos órgãos ambientais competentes.

Corujas de igreja no inverno

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O frio intenso que estamos vivenciando no Brasil atualmente afeta as nossas aves de rapina em cativeiro, e especialmente as selvagens. Nestes dias frios é importante controlar bem o peso da sua ave e aumentar a sua ingestão diária de alimento. Um especial cuidado deve ser tomado com aves menores, como os falcões quiriquiris (falco sparverius).  Para termos uma ideia de como as corujas sofrem com baixas temperaturas, a seguir temos um texto traduzido sobre as dificuldades enfrentadas pelas corujas de igreja (tyto alba/furcata) na Inglaterra durante o inverno.

Questões emergenciais

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Muitas vezes não sabemos a dimensão exata de como a interferência humana prejudica as espécies de fauna e flora nativas. As aves de rapina, por estarem no topo da cadeira alimentar, são afetadas por inúmeras substâncias químicas usadas nas suas presas, como venenos e antibióticos. O chumbo também pode matar as aves causando envenenamento ao comerem carcaças de animais caçados por arma de fogo. A energia eólica é uma fonte limpa e sustentável, mas mata milhares de rapinantes que ao planarem perto dessas estruturas são sugados e atingidos pelas suas hélices e feridos mortalmente. Saber as causas do impacto humano na população dos rapinantes é o primeiro passo para evitar a sua dizimação. Abaixo segue um breve texto sobre as questões emergenciais de conservação, traduzido do site  Raptor Search Foundation.