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Calopsitas: Exóticas e Populares

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Há duas décadas os periquitos eram os  psitacídeos mais comuns nos lares brasileiros, hoje as calopsitas conquistaram o seu espaço com seu porte e seu temperamento dócil e brincalhão. As Calopsitas (nymphicus hollandicus) são de origem Australiana, pertencentes ao grupo dos psitacídeos, juntamente com os papagaios, cacatuas e araras. Elas    chegaram ao nosso pais na década de 70, quando os primeiros exemplares foram importados de sua terra natal, a Austrália. Aves típicas do deserto, são muito resistentes e sua expectativa de vida é em torno de 16 a 25 anos.

A lenda da Suindara

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* Scroll down for English version * desplaza hacia abajo para version en español As corujas, de modo geral, são cercadas por lendas e superstições que existem desde o Egito antigo e que também fazem parte da mitologia grega. O caso da Suindara (Tyto furcata) não é diferente, e, pelo fato do presente texto ser sobre ela, a história que merece destaque é a da origem do nome Suindara.

Alimentação de rapinantes II

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Pautas básicas de um programa de alimentação Traduzido de FORBES, Neil. A. e FLINT, Colin G. Raptor Nutrition Como princípio básico, é importante lembrar que cada espécie de predadores tem evoluído ao longo de milênios para preencher nichos ecológicos específicos (Brue, 1994). O fato de que os predadores consumem presas também envolve a ingestão de partes descartáveis do animal, tais como o pele e penas, músculos, ossos, vísceras e conteúdos intestinais da presa. Quando ofertamos alimento para aves em cativeiro, temos que levar em conta todos estes aspectos. Qualquer alteração na  dieta das aves, mesmo entre diferentes espécies de rapinantes, em cativeiro ou em liberdade, pode resultar em uma mudança nas proporções relativas das substâncias consumidas.

Alimentação de rapinantes I

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Traduzido, resumido e adaptado por Kátia Boroni. Texto original em:  http://www.themodernapprentice.com/nutrition.htm Olá pessoal, Muitos falcoeiros, sejam iniciantes ou experientes, tem dúvidas em relação à alimentação adequada de suas aves de rapina. Para ajudar a esclarecer estas dúvidas, traduzi o texto sobre nutrição de rapinantes do site The Modern Apprentice, retirando apenas os alimentos que não são comumente utilizados no Brasil para a alimentação de aves, devido à sua difícil disponibilidade ou preço elevado. Abraços, Kátia.

O perigo do Imprint

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Há muitas pessoas que encontram aves caídas de ninhos ou “abandonadas” e as levam para casa para salvá-las. Sabemos que quem coleta (ou seja, captura uma ave da natureza ou qualquer outro animal silvestre) está cometendo crime ambiental, mas eu quero alertar às pessoas bem intencionadas, que querem apenas cuidar da ave por algumas semanas e depois solta-la novamente na natureza. Infelizmente essas pessoas não tem ideia de como estão colocando a vida desta ave em risco, sendo que o que elas deveriam ter feito era chamado ou levado à ave aos órgãos ambientais competentes.

Corujas de igreja no inverno

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O frio intenso que estamos vivenciando no Brasil atualmente afeta as nossas aves de rapina em cativeiro, e especialmente as selvagens. Nestes dias frios é importante controlar bem o peso da sua ave e aumentar a sua ingestão diária de alimento. Um especial cuidado deve ser tomado com aves menores, como os falcões quiriquiris (falco sparverius).  Para termos uma ideia de como as corujas sofrem com baixas temperaturas, a seguir temos um texto traduzido sobre as dificuldades enfrentadas pelas corujas de igreja (tyto alba/furcata) na Inglaterra durante o inverno.

Aprendendo sobre as corujas: Visão

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Primeiramente, as corujas são os animais noturnos que sofreram a melhor adaptação visual para caçarem sua presa com pouca iluminação. As corujas podem enxergar perfeitamente até 0.000000008 velas de iluminação, ou seja as corujas podem enxergar na mais escura das noites, mesmo sem a presença de qualquer fase visível da lua. O olho da coruja se tornou alongado através do desenvolvimento do enorme alargamento da córnea, pupilas e cristalino, que permite maior entrada de luz para uma maior retina, assim as corujas podem localizar suas presas numa distância maior.